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Promoção da saúde em territórios de favelas

Por Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco

02/08/18 | 15:08

As ausências do Estado, os conflitos armados e redes de poder, e a potência da sociedade civil organizada estiveram no centro do debate da Mesa Redonda ‘Estratégias para promoção da saúde e gestão territorial democráticas em favelas’ e ainda da Comunicação Oral ‘Território e participação’, mais especificamente na apresentação de André Lima no trabalho ‘Promoção da Saúde e Governança territorial democrática: desafios nas favelas de Manguinhos’, ambas aconteceram na tarde da sexta-feira, 27 e foram acompanhadas pela equipe de Comunicação da Cooperação Social da Fiocruz.
Profissional e pesquisador do campo da saúde devem compreender a complexidade política e sociocultural dos territórios onde se propõe a atuar. Para isso, sua ação deve passar pelo reconhecimento e pelo diálogo com os sujeitos coletivos atuando nas favelas.

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‘Cadernos de Saúde Pública’ destaca o combate às desigualdades

Por Informe Ensp

18/07/18 | 16:07

Em destaque, os 30 anos do SUS. “O contexto de crise política e ameaças de desmonte do Estado e dos direitos sociais, nos fazem refletir sobre a urgência da construção de propostas alternativas que possam combater as desigualdades em suas múltiplas dimensões e determinações.” Outro foco da publicação é o 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão 2018), que, pela primeira vez, será realizado na Fiocruz, de 26 a 29 deste mês. Os editorialistas Nísia Trindade Lima e Guilherme Franco Netto destacam que a sociedade brasileira encontra-se às vésperas do novo período presidencial, e à área de saúde coletiva caberá uma vez mais a formulação de propostas que permitam a defesa do SUS, da democracia e do futuro de um país onde os direitos sociais, civis e o desenvolvimento sustentável econômico, social e ambiental possam se efetivar.

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fernando

Brasil será “paraíso dos agrotóxicos”, diz pesquisador

Entrevista com Fernando Carneiro, concedida a Anna Beatriz Anjos

04/07/18 | 14:07

A comissão especial criada na Câmara dos Deputados para discutir o projeto de lei 6.299/2002, que propõe alterações na atual legislação de agrotóxicos, aprovou texto que divide opiniões. De um lado, empresários do agronegócio comemoram o parecer do relator Luiz Nishimori (PR-PR) sob o argumento de que moderniza a aprovação e regulação dos pesticidas. Do outro, organizações de promoção à saúde coletiva e defesa do meio ambiente afirmam que o relatório flexibiliza significativamente o processo, o que representa riscos não só aos trabalhadores do campo, mas também aos consumidores dos alimentos expostos aos agrotóxicos. O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Ceará Fernando Carneiro engrossa o coro do segundo grupo.

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