Destaques

Projetos socioeducativos na Inglaterra para redução de desigualdades sociais

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore - correspondentes do portal DSS Brasil na Inglaterra

23/10/14 | 02:10

Indivíduos com pouca escolaridade e carentes de competências e habilidades específicas para o trabalho estão à margem da sociedade e têm oportunidades de vida reduzidas. São aqueles que se encontram na base do gradiente social e, portanto, são os mais vulneráveis. A falta de políticas socioeducativas, baseadas nos princípios da igualdade de oportunidades educacionais e de inclusão social, não tem prevenido a ocorrência de desigualdades na vida adulta, aumentando a distância entre os extremos do gradiente social. Dar a cada criança e sua família o melhor começo possível na vida, inclusive (e principalmente) em termos educacionais, é fundamental para reduzir as desigualdades em saúde em todo seu curso da vida. O HIPPY (Home Instruction Program for Preschool Youngsters), é um dos programas citados no relatório ‘Tackling Priority Public Health Conditions through the Social Determinants of Health’ do Institute of Health Equity. Seu princípio preconiza o estímulo às interações positivas entre pais e filhos, condição que desempenharia um papel fundamental na aprendizagem das crianças, aumentando significativamente o seu potencial.

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Denise Barros/ Foto: Informe ENSP

Série sobre agrotóxicos (4): Nutrição e agrotóxicos. O que levamos para nossa mesa?

Entrevista com Denise Barros, concedida à Jaqueline Pimentel

17/10/14 | 13:10

Série sobre agrotóxicos fala hoje sobre a relação entre os pesticidas e aquilo que vai para a mesa dos brasileiros. Denise Barros, nutricionista e pesquisadora da ENSP, explica os danos que os agroquímicos podem trazer aos alimentos e consequentemente à saúde de quem os consome. Além disso aborda a importância do incentivo a alternativas saudáveis de produção agrícola, a exemplo da produção dos orgânicos. “A agricultura familiar tem sido muito estimulada pelo importante papel na economia do país, revaloriza a vida social do campo e do trabalho rural. Ela melhora a renda e consequentemente a alimentação e o acesso a bens e serviços. Somado a isso a agricultura familiar é menos mecanizada e mais humanizada permitindo o uso de recursos naturais no controle das pragas e da nutrição das terras para plantio, resultando em colheitas de alimentos mais saudáveis e livres de agrotóxicos”, destaca ela.

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Áudio traz entrevista gravada, na íntegra.

Série sobre agrotóxicos (3): A regulação, fiscalização e normatização do uso de agrotóxicos no Brasil

Entrevista com Luiz Cláudio Meirelles, concedida à Jaqueline Pimentel

10/10/14 | 12:10

Pesquisador do CESTEH/ENSP/Fiocruz fala sobre a regulação, a fiscalização e a análise técnica sobre os agrotóxicos. Como funciona o registro no Brasil e quais são as diferenças no processo de análise dos compostos e sua aprovação em outros países? “Quando falamos no uso e comércio de agrotóxicos, esse papel de fiscalização passa a ser feito pelos governos estaduais. Pode ser feito pelas secretarias de Agricultura, Saúde ou Meio Ambiente. Está em um desses órgãos ou os três fazem. Tem uma variabilidade muito grande em relação à como eles atuam no nível estadual que é fiscalizar o uso. Se estão utilizando os equipamentos de proteção, se o rótulo está de acordo com o que foi aprovado nos órgãos de registros”, explica o pesquisador. Criação da Agência Nacional de Agroquímicos e Fitossanitários, a hipótese de reavaliação dos compostos e ainda a infraestrutura e o suporte técnico necessários para viabilizar a regulação de maneira correta foram questões levantadas durante a entrevista concedida ao portal.

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