Destaques

Publicamos hoje quarta matéria da série Nascer no Brasil/Imagem: Fotolia

Série (4): As desigualdades sociais interferem na satisfação das mulheres com o atendimento ao parto?

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore

21/05/15 | 12:05

Finalizando hoje a série sobre a pesquisa Nascer no Brasil, esta matéria fala sobre as desigualdades sociais em relação ao parto. Existem desigualdades de cor associadas à satisfação com o atendimento das gestantes. A cor de pele preta foi associada à pior avaliação do tempo de espera até ser atendida e menos privacidade nos exames; e o trabalho de parto, por sua vez, associou-se a menores níveis de respeito e privacidade e ao maior relato de violência. Os autores também citam a importância do acompanhante na redução das desigualdades do atendimento ao parto. E apontam o quão urgente é uma revisão ética e da atitude dos profissionais durante o acompanhamento do trabalho de parto e o parto, que deveriam sempre buscar o atendimento das necessidades das parturientes de maneira equânime e digna.

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Os Determinantes Sociais da Saúde e o bem-estar

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore

14/05/15 | 12:05

Retomamos hoje nossa série sobre Bem Estar. Segundo a Organização Mundial da Saúde (1997) o bem-estar está relacionado à percepção de um indivíduo sobre a sua posição na vida no contexto da cultura e do sistema de valores nos quais ele vive, e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações. Em 2008, a publicação do relatório final da Comissão Global da OMS sobre os determinantes sociais da saúde (DSS) estabeleceu o perfil dos DSS e destacou a importância de abordar as condições da vida cotidiana que levam a desigualdades na saúde. Os determinantes sociais da saúde têm sido descritos como ‘as causas das causas’. São as condições sociais, econômicas e ambientais que influenciam a saúde dos indivíduos e populações, e que repercutem em seu bem-estar como um todo.

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Pesquisador fala sobre monitoramento no entorno do Comperj/ Imagem: Informe ENSP

Série DSS no território local: Monitoramento de condições de saúde no entorno do Comperj

Por Jaqueline Pimentel

07/05/15 | 14:05

Criado em 2007, através de uma parceria com a Petrobras, que financia os estudos, o projeto do Plano de Monitoramento Epidemiológico da Área de Influência do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) pesquisa as condições de vida e saúde na região, sob a orientação dos pesquisadores Luciano Toledo e Paulo Sabroza, do Laboratório de Monitoramento Epidemiológico (LabMep) da ENSP. Os estudos têm seus resultados como importante alicerce na estruturação de medidas de promoção da saúde, prevenção de agravos e contenção dos mesmos no âmbito local. “Nossas pesquisas buscam informações que possam especificar problemas em uma área que está sofrendo grandes transformações socioambientais, por conta deste grande projeto que é o Complexo Petroquímico e ainda, indicar ações que possam contê-los”, explica Paulo Sabroza.

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