Publicações do DSS-BR

crack

O crack sob uma perspectiva de saúde pública

Com o prêmio de Melhor Curta Metragem pelo Júri Popular do REcine 2015 – Festival Internacional de Cinema de Arquivo (18/12), o documentário defende a tese de que em uma sociedade de dependentes, como a que vivemos, questões como a redução de danos, internação compulsória e regulação das drogas precisam passar por uma grande revisão social e institucional. A proposta partiu de Felipe Crepker Vieira, em parceria com Rubens Passaro.
“O filme se propõe a uma tarefa complicada desde o início: rever o senso comum, apresentar alternativas e apontar inconsistências ao que se pensa sobre o consumo do crack”, explica Felipe. “A coragem e a naturalidade das personagens ao falarem sobre o assunto trouxeram grande potência ao documentário”, observa Rubem César. Crack, repensar segue sendo exibido em festivais nacionais e internacionais como Entre Todos, Tlanchana Fest (México), 3º Festival Internacional Cine por los Derechos Humanos (Bogotá/Colômbia), World Festival of Emerging Cinema (Trinidad e Tobago), Festival Path de documentários (São Paulo/SP) e diversos outros.

Por CEE Fiocruz | 27/07/16 - 16:07 | [Leia Mais] |

Menos desigualdade e mais sustentabilidade

Em um documento de 175 páginas, a Cepal lançou em maio suas propostas de desenvolvimento para a próxima década dirigidas aos países da América Latina e do Caribe. Grosso modo, […]

Por Região e Redes | 27/07/16 - 16:07 | [Leia Mais] |

radis

Revista ‘Radis’ de julho traz debate sobre a cultura do estupro

A revista Radis de julho traz, em sua reportagem de capa, um tema urgente: a necessidade de se debater e combater a cultura do estupro em nossa sociedade. O assunto veio à tona com a notícia do estupro coletivo de uma jovem no Rio de Janeiro em maio. Além da reportagem, que aborda a forma como o sistema de saúde recebe e cuida das vítimas de estupro, a revista traz uma entrevista com a antropóloga Lia Zanotta Machado, da Universidade de Brasília (UNB), mostrando que a desigualdade entre os gêneros e a ideia secular de que o homem é dono da mulher estão na origem de uma cultura que banaliza o estupro. Impulsionada pela barbárie dos estupros coletivos denunciados e noticiados no mês de maio, uma vigorosa reação das mulheres, notadamente jovens feministas, coloca o dedo na chaga do machismo e das leis — as atuais, que desprotegem as mulheres, e aquelas em tramitação, ainda mais retrógradas. É grave a percepção de que há, na sociedade, uma cultura do estupro, que, implicitamente, acoberta a violência contra mulheres e culpabiliza as vítimas, diz o texto.

Por Vilma Reis - Abrasco | 20/07/16 - 14:07 | [Leia Mais] |

América Latina em foco no próximo debate online da série Futuros do Brasil, do CEE-Fiocruz

A América Latina e seus caminhos, após o giro à esquerda empreendido no começo dos anos 2000, estará em foco no próximo debate online da série Futuros do Brasil, do Centro de […]

Por Centro de Estudos Estratégicos Fiocruz | 19/07/16 - 16:07 | [Leia Mais] |

tuberculose

Combate à TB: vídeos de encontro já estão disponíveis no Youtube

Realizado na ENSP no âmbito das comemorações pelo Dia Mundial de Combate à Tuberculose, o debate reuniu especialistas da área e tratou das diversas dimensões da cidadania. Além do sociólogo e diretor do Ibase, Cândido Grzybowski, o evento contou a presença da superintendente do Canal Saúde, Márcia Correa e Castro; de Wagner Oliveira, do Selo Fiocruz; da produtora e roteirista do documentário ‘Diários de Tuberculose – epidemia oculta’, Ieda Rozenfeld; além do coordenador do Observatório Tuberculose Brasil da ENSP, Carlos Basília; e da figurinista e roteirista Bia Salgado.
O sociólogo Cândido Grzybowski proferiu a palestra Cidadania e Saúde, realizada na ENSP em alusão ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose. Cândido, que falou sobre as várias dimensões da cidadania, ressaltou a importância de se perceber e reconhecer, em sociedade, como um indivíduo titular de direitos.

Por Informe Ensp | 13/07/16 - 18:07 | [Leia Mais] |

MARILIA

Vírus emergentes: uma fronteira para a Saúde

“A epidemia do vírus zika no Brasil lança luz sobre a possibilidade da emergência de novos e desconhecidos vírus, com potencial de causar importante dano à saúde da população. O desafio colocado é a detecção precoce e a oferta ágil de diagnóstico e tratamento adequados”, afirma a epidemiologista Marília Sá Carvalho, pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). Nesta entrevista, ela explica que, se o surgimento de novas patologias sempre ocorreu, a alta velocidade com que passaram a se propagar é uma característica da sociedade contemporânea – o que exige do Sistema Único de Saúde (SUS) ações estratégicas. “O SUS precisa ser capaz de realizar a investigação e o acompanhamento de todas as crianças nascidas no período de risco nos locais onde houve epidemia de zika, de modo que comprometimentos neurológicos sejam detectados precocemente, no âmbito da atenção primária”, defende.

Entrevista com Marília Sá Carvalho por Bel Levy - Equipe Brasil Saúde Amanhã | 13/07/16 - 17:07 | [Leia Mais] |

alexandre

Determinantes sociais da saúde e tuberculose: uma relação mais que direta

O Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF/ENSP) promoveu uma sessão científica com o intuito de discutir a relação entre os determinantes sociais da saúde e a tuberculose. A atividade teve a participação do pesquisador colaborador do Departamento de Endemias Samuel Pessoa (Densp/ENSP) e membro do Laboratório de Monitoramento Epidemiológico de Grandes Empreendimentos da ENSP (LabMep), Alexandre San Pedro Siqueira, que apresentou um estudo sobre a tuberculose como marcadora de iniquidade social em saúde. Fruto de sua tese de doutorado, a pesquisa Os determinantes sociais da tuberculose: uma análise intraurbana em área de implantação de um importante projeto de desenvolvimento econômico na Região Leste do Estado do Rio de Janeiro aponta associação entre a precariedade das condições de vida e a ocorrência de tuberculose.

Por Informe Ensp | 05/07/16 - 10:07 | [Leia Mais] |