Publicações do DSS-BR

tuberculose

Seção especial destaca ações da Fiocruz na luta contra a tuberculose

Em 2017, a Organização Mundial de Saúde (OMS) iniciou o segundo ano da campanha global Unidos para Acabar com a Tuberculose (United to End TB, em inglês), uma das dez maiores causas de morte em todo o mundo, com 10 milhões de novos casos notificados por ano, levando mais de um milhão de pessoas a óbito. Nos últimos anos, a preocupação com esses números elevados fez com que a OMS redefinisse a classificação de países prioritários para o período de 2016 a 2020. Três são as listas prioritárias, definidas segundo os critérios epidemiológicos: carga de tuberculose; tuberculose multidrogarresistente; e coinfecção TB/HIV. O Brasil, que ainda permanece entre os 20 países que apresentam mais casos da doença, encontra-se em duas dessas listas, ocupando a 20ª posição na classificação de carga da doença e a 19ª quanto à coinfecção TB/HIV. Em depoimento ao Informe ENSP, o médico pneumologista Hermano Castro, diretor da Escola Nacional de Saúde Pública, destacou o necessário investimento na infraestrutura urbana e o combate à pobreza como fatores ímpares no controle da tuberculose.

Por Informe Ensp | 28/03/17 - 15:03 | [Leia Mais] |

Recife/PE

Conhecimento sobre tuberculose e adesão às medidas profiláticas entre os indivíduos contatos em Recife (PE)

Resultado de estudo mostrou que é necessário conhecer as barreiras relacionadas à adesão ao tratamento para poder direcionar as intervenções que levem ao conhecimento sobre a doença e interrupção da transmissão da tuberculose

Por Amanda Queiroz Teixeira, Haiana Charifker Schindler e Isabella Chagas Samico | 27/03/17 - 09:03 | [Leia Mais] |

Abrasquianos contribuem com publicação internacional sobre microcefalia e determinação social da saúde

Produzido pela WATERLAT-GOBACIT, uma rede inter- e transdisciplinar de ensino, pesquisa e intervenção prática no campo da política e da gestão da água e dos serviços baseados no uso da água, o novo número 9 dos Cadernos de Trabalho da rede traz como tema central “Desigualdade estrutural e microcefalia: a determinação social de uma epidemia“. A publicação conta com a contribuição de diversos abrasquianos integrantes do Grupo Temático Saúde e Ambiente (GTSA/Abrasco) e importantes nomes da pesquisa epidemiológica, social e ambiental brasileira e latino-americana, como Lia Giraldo da Silva Augusto (autora principal de “Review of the Aedes aegypti control strategy is needed: chemical warfare or tackling the social determination“, junto com Solange Laurentino dos Santos e Finn Diderichsen); Idê Gomes Dantas Gurgel (“Controle de doenças transmitidas por vetores: um contrassenso na saúde coletiva“), Antônio Carlile Holanda Lavor (“Enfoques ecossistêmicos para o enfrentamento das arboviroses: construindo um modelo possível de controle vetorial sem o uso de venenos”.

Por Bruno C. Dias | 16/03/17 - 16:03 | [Leia Mais] |

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O combate ao Aedes sob a ótica dos determinantes sociais da saúde

Mobilizar a população para combater os focos de reprodução do mosquito Aedes aegypti é fundamental para evitar possíveis epidemias de dengue, zika e chikungunya. Essa ação, no entanto, pode ser potencializada se estiver integrada a outras políticas e iniciativas.
O Aedes é uma espécie adaptada ao convívio com o ser humano, reproduzindo-se com mais facilidade em assentamentos urbanos do que em ambientes naturais. Assim, é importante ter uma visão ampla sobre as relações entre sua atuação como transmissor de doenças e as condições de vida das populações das cidades.
O Aedes já foi considerado erradicado do país, mas o crescimento desorganizado das grandes cidades brasileiras permitiu que ele voltasse. Uma cidade que evolui de forma planejada é capaz de oferecer serviços e garantir direitos a sua população com mais facilidade e qualidade. O desequilíbrio ambiental e as consequentes mudanças climáticas são outros macrofatores relacionados a possíveis epidemias de dengue, zika e chikungunya.

Por MultiRio | 07/03/17 - 17:03 | [Leia Mais] |

Consulta Pública Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose

Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública. Prazo: 05/03/2017   O Ministério da Saúde abre consulta pública para reunir contribuições de gestores públicos, coordenadores de programa, representantes da sociedade […]

Por Blog da Tuberculose | 01/03/17 - 15:03 | [Leia Mais] |

Health

Melhoria na governança e na cobertura de saúde reduz mortalidade no Brasil, diz estudo

O papel da governança na melhoria da saúde da população é uma questão muito discutida em saúde global. No entanto, apesar de amplamente reconhecida como um elemento necessário, é difícil associar os seus efeitos da governança a desfechos na saúde (morbidade ou mortalidade). Analisando dados de 1.622 municípios brasileiros entre os anos 2000-12, os autores mediram o nível da governança local de saúde dentro de cada município e demonstraram que os municípios com melhores níveis de governança tiveram as maiores reduções na mortalidade. Eles também constataram que enquanto as variáveis socioeconômicas melhoraram ao longo do período, a cobertura de atenção primária foi associada com reduções na mortalidade por causas passíveis de tratamento (mortalidade evitável com cuidados de saúde oportunos e efetivos). “Nossos achados indicam que a expansão na cobertura da Estratégia de Saúde da Família teve um impacto substancial sobre a mortalidade, e que uma governança local sólida é importante para a implementação de serviços mais eficazes e para a obtenção de melhores resultados de saúde em termos de redução das taxas de mortalidade por causas passíveis de tratamento” concluíram os autores.

Por Instituto Gonçalo Moniz - IGM | 15/02/17 - 17:02 | [Leia Mais] |

(Imagem: Ipece/CE)

Instituto lança documentário sobre saneamento básico no Brasil

O saneamento básico reaparece na agenda de 2017 como um dos maiores desafios dos novos prefeitos eleitos, principalmente das cidades médias e pequenas. Os últimos dados do Ministério das Cidades, através do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento – SNIS – base 2015, divulgados na primeira semana de janeiro mostram um país ainda distante de cumprir suas metas básicas de levar água tratada, coleta e tratamento de esgotos a todos os brasileiros. Os novos números apontam que somente em 2015 a coleta de esgotos chegou a mais da metade da população – 50,3% da população com acesso, mas apenas 42,6% dos esgotos gerados no país são tratados. A melhor situação está no atendimento de água tratada, que chega a 83% dos brasileiros. A proposta é mostrar problemas reais enfrentados diariamente pela falta desse direito fundamental; ter uma água boa para beber e nossos esgotos coletados e tratados.

Por Nathalia Oliveira | 08/02/17 - 15:02 | [Leia Mais] |