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Asa Cristina Laurell encerra Colóquio Latino-Americano de Formação em Saúde Pública

Asa Cristina Laurell dividiu sua fala em alguns tópicos. Citou Mario Testa e os sanitaristas latino-americanos, além de falar da complexidade do campo da saúde; da trajetória da relação contraditória entre saúde pública e medicina social/saúde coletiva; das políticas e práticas institucionais; e da educação em saúde pública no âmbito da saúde coletiva. Segundo ela, Mario Testa afirmava que “os sanitaristas latino-americanos são o grupo de profissionais mais frustrados, porque sabem perfeitamente o que fazer e não são capazes de fazer”. Em seguida, apontou alguns esclarecimentos iniciais, por exemplo, a relação entre medicina social e processos socioeconômicos e as condições de saúde (doença) de classes ou grupos sociais específicos; e a relação direta da saúde coletiva com a construção do Sistema Único de Saúde (SUS). A sanitarista comentou, ainda, sobre a trajetória de uma relação contraditória entre saúde pública e medicina social/saúde coletiva.

Por Informe ENSP | 23/05/17 - 17:05 | [Leia Mais] |

Ceensp debaterá a construção da sociedade do trabalho no Brasil

Por Informe ENSP | 23/05/17 - 17:05 | [Leia Mais] |

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Internacionalização na formação e determinantes sociais da saúde pautam últimos painéis de Colóquio Latino-Americano

O último painel do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública teve como tema Determinantes Sociais da Saúde e a Formação em Saúde Pública. Guilherme Albuquerque, do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (Nesc), da Universidade Federal do Paraná (UFPR), destacou que estar saudável é ter condições de desenvolver toda a potencialidade do gênero humano. “Que a gente mantenha a utopia e permanentemente denuncie essa ordem social que, em última instância, determina nossa doença e nossa falta de saúde. Embora reconheçamos as contribuições que ela trouxe, essa sociedade não tolera qualquer planejamento no sentido de atender à necessidade humana; é mão do mercado que tem que organizar tudo”, disse Guilherme. Para o professor, é importante que se avance sobre o conceito de Determinantes Sociais da Saúde (DSS).

Por * Talita Rodrigues | 20/05/17 - 13:05 | [Leia Mais] | 1 Comentário »

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Série de reportagens e documentário sobre o combate à AIDS no Amazonas são lançados em Manaus

Segundo o Boletim Epidemiológico de HIV e AIDS do Ministério da Saúde, o Amazonas registrou, em 2015, uma taxa de casos de AIDS de 31,2 por 100 mil habitantes. O Estado ficou atrás apenas do Rio Grande do Sul (34,7) e de Santa Catarina (31,9). A diferença é que, enquanto a tendência do número de casos nos dois estados da região Sul é de queda, no Amazonas a situação a inversa: há um crescimento de 50% entre 2006 e 2015. O coeficiente de mortalidade por complicações relacionadas à AIDS aumentou em 45%. Os dados, para Georgiana Braga-Orillard, diretora do UNAIDS no Brasil, evidenciam que ainda há vários desafios a serem superados na região para que os serviços de prevenção, testagem e tratamento alcancem todas as pessoas. “Muitas pessoas deixam de fazer o teste ou o tratamento antirretroviral em suas comunidades por medo do preconceito.

Por Jorge Salhani, com informações do UNAIDS | 11/05/17 - 12:05 | [Leia Mais] |

*imagem EBC

Grupos vulneráveis têm melhora no IDH municipal, mas desigualdades persistem no Brasil

Relatório lançado nesta quarta-feira (10) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) mostrou que houve melhora do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) entre os grupos mais vulneráveis — como mulheres, negros e população rural — entre 2000 e 2010. No entanto, as desigualdades persistem. Apesar de diferença entre o IDHM de negros e brancos ter se reduzido pela metade no intervalo de dez anos, o IDHM da população negra era 14,4% inferior ao dos brancos em 2010. O relatório “Desenvolvimento Humano para Além das Médias: Índice de Desenvolvimento Humano Municipal” por cor, sexo e situação de domicílio, lançado nesta quarta-feira (10), apresentou uma radiografia das desigualdades e semelhanças entre mulheres e homens, negros e brancos, e populações urbanas e rurais no Brasil.

Por ONU Brasil | 11/05/17 - 10:05 | [Leia Mais] |

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Embrapa e Global Panel lançam recomendações para melhorar nutrição no Brasil e no mundo

A publicação destaca que mais de três bilhões de pessoas em todo o mundo sofrem com os efeitos da má nutrição, o que torna o tema uma prioridade global. Ao mesmo tempo, no modelo atual de produção, os sistemas alimentares não estão conseguindo proporcionar um acesso a dietas seguras e de qualidade para todos. Atraso no crescimento, subnutrição, sobrepeso, obesidade e doenças não transmissíveis por dietas são preocupações de diversos governos. O Global Panel alerta que o risco que dietas de má qualidade oferecem à mortalidade e à carga de doenças é atualmente maior que os riscos combinados de sexo sem proteção, álcool, drogas e tabagismo. O documento orientador traz recomendações para a elaboração de políticas públicas, como a restrição de marketing de produtos alimentícios para crianças e a redução do consumo de produtos ultraprocessados.

Por Embrapa | 10/05/17 - 15:05 | [Leia Mais] |

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Para cumprir metas dos ODS, é necessário aumento drástico nos investimentos em água e saneamento

Os países não estão aumentando os gastos com rapidez suficiente para atender às metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionadas à água e ao saneamento, aponta um novo relatório publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em nome do UN-Water (ONU Água). “Hoje, quase dois bilhões de pessoas usam fontes de água potável contaminada com fezes, isso as coloca em risco de contrair cólera, disenteria, febre tifoide e poliomielite”, afirmou Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública, Determinantes Ambientais e Sociais da Saúde da OMS. “Estima-se que a água potável contaminada cause mais de 500 mil mortes por diarreia a cada ano e esse é um fator importante em várias doenças tropicais negligenciadas, incluindo vermes intestinais, esquistossomose e tracoma”, acrescentou Neira.

Por OPAS/OMS Brasil | 03/05/17 - 16:05 | [Leia Mais] |