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Álcool: números preocupam profissionais de saúde pública

A Fiocruz sediou, em outubro, o Seminário Internacional Álcool, Saúde e Sociedade, uma parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)/Organização Mundial da Saúde (OMS), que reuniu especialistas nacionais e estrangeiros com o objetivo de debater os aspectos epidemiológicos, históricos e culturais do consumo de álcool, assim como as políticas públicas no Brasil e na América Latina. A preocupação não é à toa. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), uma parceria entre o IBGE e a Fiocruz para o Ministério da Saúde, realizada em 2013, que teve a coordenação científica de Célia Landmann Swarcwald, pesquisadora do Laboratório de Informação em Saúde (Lis)/Icict, cerca de 24% da população com 18 anos ou mais consome bebida alcóolica uma vez ou mais por semana. Entre homens, a frequência é quase três vezes maior (36,3%) do que entre as mulheres (13%), variando de 18,8% na região Norte a 28,4% na região Sul.

Por Graça Portela - Icict/Fiocruz | 07/12/16 - 16:12 | [Leia Mais] |

opas

Líderes globais concordam em promover saúde para alcançar Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

Líderes governamentais e organizações das Nações Unidas, governantes de cidades e especialistas em saúde de todo o mundo fizeram dois compromissos marcantes para promover a saúde pública e erradicar a pobreza. A 9ª Conferência global sobre promoção de saúde, coorganizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar da República Popular da China em Xangai entre 21 e 24 de novembro, acordou: a Declaração de Xangai sobre Promoção da Saúde, que se compromete a fazer escolhas políticas audaciosas para saúde, enfatizando as ligações entre saúde, bem-estar e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e seus Objetivos do Desenvolvimento Sustentável; o Consenso dos Prefeitos de Cidades Saudáveis de Xangai, que contém um compromisso de mais de 100 prefeitos para avançar em relação à saúde por meio de uma melhor gestão dos ambientes urbanos.

Por OPAS/OMS Brasil | 02/12/16 - 14:12 | [Leia Mais] |

Seminário e publicação lançam olhar para as desigualdades em saúde no Brasil

Ao longo dos últimos meses, diversos pesquisadores vêm se debruçando sobre os resultados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2013), que trouxe dados inéditos sobre as condições de saúde, riscos […]

Por André Bezerra - Icict/Fiocruz | 28/11/16 - 16:11 | [Leia Mais] |

Desigualdades em saúde no Brasil é tema de edição do International Journal of Equity in Health

O International Journal of Equity in Health publicou nesse mês de novembro uma coletânea de artigos que faz um panorama das desigualdades em saúde no Brasil com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013. A edição contém 14 artigos e três comentários com acesso aberto que abordam temas relacionados ao acesso e utilização de serviços de saúde, doenças crônicas, saúde materna, saúde mental e violência. Segundo a publicação, foram utilizados dados de mais de 60 mil pessoas e selecionados trabalhos que tocam temas-chave das desigualdades no Brasil e exploram as diferentes maneiras pelas quais as condições sociais refletem diferentes aspectos das desigualdades na saúde. A edição contém artigos sobre temas como desigualdades no acesso ao tratamento de depressão; na expectativa de vida por regiões geográficas do país; no desempenho do teste de Papanicolau e mamografia de rastreamento, entre outros

Por Observatório de Análise Política em Saúde | 22/11/16 - 17:11 | [Leia Mais] |

IBGE: educação dos pais é determinante na formação e no rendimento dos filhos

O nível de instrução dos pais é fator determinante na formação educacional dos filhos. É o que mostra o estudo Suplemento de Mobilidade Sócio-ocupacional, da Pesquisa Nacional por Amostra de […]

Por Akemi Nitahara – Agência Brasil | 16/11/16 - 17:11 | [Leia Mais] |

Do impacto social às metodologias da biologia de sistemas, pesquisadores apresentaram diferentes estratégias para o enfrentamento do vírus zika (foto: Gutemberg Brito, IOC/Fiocruz)

Evento destaca diferentes abordagens para combate ao zika

O aumento de casos de crianças nascidas com microcefalia no último ano tem afetado a vida de famílias e provocado mudanças no atendimento realizado por serviços de saúde no Brasil, com destaque para a região Nordeste do país, que apresenta os maiores índices de microcefalia relacionada ao zika. O pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), Gustavo Matta, apresentou uma parceria entre a Fiocruz e instituições de pesquisa brasileiras e estrangeiras, que resultou no desenvolvimento de uma rede de investigação que busca analisar a epidemia de zika a partir da perspectiva social da doença. Criada em março de 2016, a rede ‘Ciências Sociais e Humanidades frente à epidemia de zika’ conta com cerca de 30 pesquisadores de diversas Unidades da Fiocruz, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e de outras instituições.

Por Lucas Rocha e Maíra Menezes - IOC/Fiocruz | 11/11/16 - 16:11 | [Leia Mais] |

abrasco

Problemas de saúde e vulnerabilidade da população idosa – Ciência & Saúde Coletiva Nº 21.11 (Novembro/2016)

Já são mais de 26 milhões de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos no Brasil, o que corresponde a 13% da população. Para lidar com esse contingente crescente, o Brasil modernizou sua legislação e seus planos nacionais, de forma a incorporar as disposições previstas no Plano de Ação Internacional sobre o Envelhecimento, proposto no encontro em Madri de 2002, o qual busca assegurar que a estrutura institucional do país aborde as necessidades dos cidadãos idosos na perspectiva dos direitos humanos. Desses 26 milhões, a grande maioria é saudável, está ativa e em plena capacidade funcional. Inclusive, muitos mantêm suas famílias ou contribuem para tanto. Mas, uma parte expressiva dos idosos brasileiros possui alguma ou múltiplas dependências físicas, mentais e sociais. Essas pessoas são as mais vulneráveis a doenças, violências, negligências e abandono. É particularmente sobre esse grupo que este número temático se debruça, analisando suas fragilidades ao HIV/AIDS, doenças renais, complicações metabólicas, baixa qualidade da dieta, obesidade, uso inapropriado de medicamentos dentre vários outros assuntos.

Por ABRASCO | 11/11/16 - 16:11 | [Leia Mais] |